Eu quero um tipo antiquado de amor. E não quero dizer que quero ser cortejada, ou ter todas as portas abertas para mim, ou que alguém pague todas as minhas contas, porque posso fazer isso perfeitamente sozinho.

Não preciso da educação nem das cartas manuscritas. Eu não preciso do pôr do sol e do nascer do sol. Não preciso do lago cheio de cisnes brancos e do romance que todos os livros de Nicholas Sparks envolvem. Para ser perfeitamente honesto, não preciso disso. E eu não quero isso.

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Porque a paixão desaparece. Parece desbotar. Chegam rugas. A doença vem. A morte vem. E para mim, a vida é muito curta para eu perder meu tempo com quase amores e relacionamentos falsos.

Quando meu avô morreu, lembro-me de minha avó dizendo repetidamente que sentia falta dele. Ela tinha demência e depois morreu aos 92 anos, mas lembrou-se dele. Ela lembrou do amor deles. E ela sentia muita falta disso. Tudo o que ela queria era que ele estivesse ao lado dela, esfregando-a nos pés e beijando-a suavemente na bochecha.

Esse é o tipo de amor que eu quero.

É o tipo de amor que penetra em todas as suas veias. O tipo de amor que é gentil e inocente. O tipo de amor que nunca para, mesmo quando o coração da outra pessoa para.

Quero o tipo de amor que é tão forte cinquenta anos depois do primeiro encontro. Quero que meu coração bata no peito toda vez que vejo essa pessoa sorrir para mim. E eu quero lembrar todas as primeiras vezes. E todos os marcos pelos quais passamos juntos.

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E eu quero o tipo de amor que vale a pena perder. Vale a pena, mesmo quando você perde essa pessoa. Quero o tipo de amor que nunca me arrependeria. Quero o tipo de amor que respira, mesmo quando não consigo mais.

Não preciso dos presentes, nem dos presentes, nem dos gestos. Eu não preciso ser mimado. Não preciso do anel de diamante nem das malas de grife. Eu não preciso de nada. Porque se eu encontrar esse tipo de amor, não precisarei de mais nada.

Quero o tipo de amor que me faz acordar todos os dias e sorrir sabendo que ainda estou apaixonada. O tipo de amor que não desaparece, não importa a distância ou o tempo separados. Eu quero o tipo de amor que vale a pena lutar. Vale a pena todos os tempos difíceis, as lutas e os dias sombrios. Porque esse tipo de amor é imperfeito, como qualquer coisa.

Mas quero o tipo de amor que está sempre mudando e sempre evoluindo.

Eu quero o tipo de amor que não se separa. Isso não desaparece quando o tempo causa danos à minha aparência. Eu quero o tipo de amor que é autêntico. Isso não é superficial. Isso verá minha juventude apenas olhando nos meus olhos.

Eu quero amor à moda antiga. Eu não preciso da merda material que este mundo gosta nos faz querer. Não preciso das cabines de uma noite e da série de caras que salvei no meu telefone.

Eu só preciso que seja real. O tipo de amor que é difícil e fácil ao mesmo tempo. O verdadeiro amor que é belo, mesmo entre os feios. Quero o amor que meus avós tiveram. O clássico amor antiquado, que nunca morre.