Dos sutis aos óbvios fragmentos de sua existência. Das lagartas rastejantes aos carros de corrida. Dos piscadas involuntários aos passos calculados. De todas as suas simplicidades e complexidades, o movimento não apenas nos rodeia, Somos nós.

Evoluindo continuamente. Penetra nos reinos do consciente e do subconsciente. Lembrando-nos continuamente de sua existência.

E vivendo entre isso, sentimos que é parte integrante de tudo o que temos que ser. Que temos que nos mover continuamente. Que, por mais que seja nós, também temos que ser.

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Mas às vezes não somos. Às vezes nos sentimos estagnados. Às vezes parece que estamos indo a algum lugar, mas não realmente indo. Vivendo nesse paradoxo de mobilidade e imobilidade. E por isso tentamos forçar as coisas a acontecer. Para alcançar esse objetivo principal, almejamos, da maneira mais rápida possível. Ser aquele carro de corrida.

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Mas carros de corrida nem sempre estão correndo. As expectativas nem sempre são uma realidade. A pressão nem sempre molda os diamantes. E nos encontramos por onde começar. Só que desta vez, mais conscientes de nossas deficiências. Mais consciente da nossa imobilidade. Mais ciente da distância para o que estamos buscando.

E sabe de uma coisa? Tudo bem.

A tartaruga sempre chega à linha de chegada, independentemente do que a lebre faça.

Essa é a parte da história que nunca foi realmente contada. Independentemente das noções pré-concebidas que mantemos nos reinos que chamamos de expectativa, tudo evolui e se move na velocidade em que ocorre.

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Sim. Você tem a capacidade de determinar certas facetas de sua trajetória. Sim. Você é o mestre de sua própria obra-prima. Sim. Tente o máximo que puder.

Mas quando você procura algo e não sente nada no final. Quando você vê algo, mas não consegue vê-lo. Quando a lagarta rasteja leva uma eternidade para se transformar em borboleta. Saiba que tudo ficará bem.

Se parece certo e cada parte de você quer o suficiente. É parte integrante da sua própria metamorfose. Todo passo involuntário e calculado é uma dissecação das partes simples e intrincadas do labirinto maior. E quando você finalmente encontrar sua saída.

Quando você finalmente sente que está realmente fazendo alguma coisa. Você perceberá que nunca houve um carro de corrida, uma lebre ou uma tartaruga. Só você.

Um paradoxo Evoluindo continuamente.