É disfarçado em um grande laço vermelho, é tão fácil de apreciar, faz você se sentir mais vivo do que você jamais imaginou ser possível, apenas para ferir o pior. Mais do que colocar desinfetante para as mãos em um corte de papel ou esfregar o dedo na porta. Pior do que correr para o canto de uma mesa e ser atingido na canela.

O amor dói tanto porque investimos emocionalmente tudo o que temos nele. Nós nos abrimos, nos tornamos vulneráveis, deixamos bombear através de nossas veias. Nós injetamos em nossas vidas cotidianas, deixamos que isso afete tudo o que tocamos.

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Então, quando o Amor decide se virar contra você, é como um dominó caindo. Um cai e bate no próximo que bate no próximo e assim por diante. Ele continua até que todo dominó caia e eles estejam em uma pilha no chão e nós estamos em ruínas no chão.

O amor dói porque transforma em tudo que há de bom em você a cor mais profunda do azul, invade todo vislumbre de esperança e felicidade e o destrói. Faz você se arrepender de ter se aberto a isso do jeito que você fez.

Então, você se acostuma com a sensação de que seu coração está vazio e as batidas soam tão vazias e altas. A vida cotidiana perde sua cor e o mundo é esse leve tom de cinza. Rir parece mais provocador do que tudo e você tenta tanto ser feliz novamente que esquece e perde de vista o que foi que o fez feliz diante deles. Antes que o amor se tornasse essa dor intensa.

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É por isso que encontramos pessoas completamente afastadas da realidade, porque ainda não descobriram como é a normalidade. É por isso que encontramos pessoas tão cautelosas e com medo de deixar alguém conhecê-las, porque elas já foram feridas e não conseguem imaginar passar por isso duas vezes.

O amor é todo consumidor e complexo e tem a capacidade de destruir completamente cada pedaço de você, se você deixar.